O Bom Dinossauro | Crítica

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Animação surpreendente sem espaco para comparações

Sabe aquele filme de assistir com lagrimas nos olhos? Então, O Bom Dinossauro se enquadra neste grupo, e considero que a Pixar acertou, mesmo com os percalços e adiamentos, não prejudicou em nenhum momento a qualidade da obra.

Mas o que me incomodou realmente foram as comparações que fizeram, considerando que este longa copiou certos pontos do filme “O Rei Leão”, lançado em 1994. É triste o fato de muitos repórteres e espectadores, já com seus vinte e poucos anos, não respeitarem o momento das crianças e pré-adolescentes que não assistiram o clássico de 94.

Quer coisa mais deselegante do que quando você comenta algo sobre a sua época e logo uma pessoa indaga “no meu tempo era melhor”! Considero que as críticas e, principalmente as comparações de um com o outro, maculam o público alvo com pré-concepções, não lhes permitindo o prazer de considerar esse desenho contemporâneo, algo novo e marcante em suas vidas, assim como foi para nós o da década de 90.

Neste longa encontramos belas imagens e, a parceria entre Arlo (Dinossauro) e Spot (Humano) está repleta de particularidades que nos emociona a todo o momento. Garanto que vale a pena assistir e acompanhar de perto a amizade verdadeira entre os dois, onde mesmo sem se comunicarem verbalmente, auxiliam um ao outro em seu crescimento interior e a encarar os medos e desafios do dia a dia.

O Bom Dinossauro continua em cartaz, aconselho que assistam e tirem suas próprias conclusões sobre o filme, pois ele é de marcar época.

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Sobre o Autor

Carlos Costa

Um café e duas ideias ou dois cafés e nenhuma criação, apenas café!