Resident Evil 7: Biohazard – Beginning Hour | Crítica

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Residente Evil 7: Biohazard traz novamente o terror original da franquia

A Sony, ao lado da Capcom anunciaram durante a E3 2016 o game Resident Evil 7: Biohazard, a sequência de uma das franquias mais aclamadas dos últimos anos, conhecida pelo gênero “Survival Horror“, o qual o jogo fez história em seus primeiros anos, porém sua principal característica, o terror propriamente dito foi sendo deixado de lado a cada nova edição a ser lançada. Obviamente diversos fãs não gostaram dos rumos tomados pela Capcom, muitos abandonando a franquia.

Assista o Trailer de Resident Evil 7 aqui!

Mas agora as coisas parecem ter retornado aos seus devidos eixos, pois Resident Evil 7: Biohazard parece ter sido desenvolvido para gerar pânico e terror naqueles que se aventurarem a pegar o joystick e adentrar a mais nova trama.

Se o trailer já foi suficiente para nos mostrar essa nova realidade, imagine só agora, após a Sony ter disponibilizado de forma gratuita a demo deste novo Resident Evil, lançado para teste, já que o game ainda será lançado futuramente.

A demo te coloca já de início no interior de uma casa, aparentemente antiga e abandonada, sem muita explicação do que realmente está acontecendo ali. A sua missão é conseguir sair deste lugar, porém você precisará encontrar ferramentas que o permitam destrancar a porta de saída. Durante seu passeio pela casa, o único som além de seus passos é o barulho do ar que corre por entre as frestas junto de estranhos e assustadores ruídos que tiram sua atenção a todo instante, em meio a um ambiente pútrido. Em dos momentos você encontrará uma fita de vídeo que contará o que ocorreu com as três primeiras pessoas a entrarem casa e as consequências desta ação, uma verdadeira alegoria ao filme A Bruxa de Blair, pois você como cinegrafista segue os dois apresentadores de TV, os acompanhando enquanto um deles desaparece em meio a uma situação absurdamente amedrontadora, até o momento em que você novamente encontra o personagem desaparecido, com mais outra referência a Bruxa de Blair.

Pelo que podemos concluir nesta história, o game não parece abordar a tradicional contaminação que levou alguns a se tornarem zumbis, mas sim uma questão sobrenatural e demoníaca que paira sobre aquela antiga residência.

O game se assemelha bastante com P.T. de Silent Hills, lançado tempos atrás, antes do desenvolvimento do game ser cancelado.

Os gráficos de Resident Evil 7: Biohazard são absurdamente incríveis, com uma gigantesca quantidade de detalhes que beira o real. A madeira, os tijolos, as fotografias são cópias fiéis daquilo que podemos ver em casas reais. A visão acontece em primeira pessoa e a movimentação não é completamente fluída, sendo travada assim como nos demais games do gênero.

A Sony já informou que Resident Evil 7 será compatível com o Playstation VR, oferecendo uma macabra experiência ainda mais intensa para aqueles que tiverem coragem de enfrentar ao lado do personagem a situações mais bizarras, como insetos, podridão, animais despedaçados, som de moscas, enquanto você é perseguido pelo velho e pela suposta assombração que vagueiam pela casa.

Nós do MonsterBrain jogamos Resident Evil 7: Biohazard e disponibilizamos os pouco mais de 13 minutos de tudo que rola nesta primeira versão demo do jogo intitulada Resident Evil 7: Biohazard – Beginning Hour.

Confira o vídeo.

Resident Evil 7: Biohazard será lançado em 24 de janeiro de 2017, para PS4, XBOX One e PC.

Sobre o Autor

Sandro Pessoa

Metalhead, guitarrista, colecionador de livros e hq's, fundador do site MonsterBrain e Lorde Sith nas horas vagas.