Star Wars: Os Últimos Jedi | Crítica

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Um dos filmes mais emocionantes desde o Império Contra-Ataca

Star Wars: Os Últimos Jedi

O oitavo episódio da franquia Star Wars, Os Últimos Jedi estreou nos cinemas em Dezembro de 2017, escrito e dirigido por Rian Johnson.

Com a promessa de responder inúmeras indagações dos fãs, o filme inicia-se logo após o episódio 7, O Despertar da Força, sem intervalo, num combate espacial do nível que todo público de Star Wars gosta de ver.

E são nestes aspectos “memoráveis” que Os Últimos Jedi tenta se sustentar durante todo o seu tempo, disfarçando um roteiro não muito interessante.

O filme é realmente lindo e sensacional, mas quando você o assiste por uma segunda vez ou tenta recapitular parte por parte, nota-se que a história necessitava sim de um pouco mais de movimento.

Numa longa perseguição espacial, podemos presenciar aquilo que o filme se propôs apresentar: o processo de amadurecimento dos novos personagens, naquilo que os levariam a tomar as rédeas da franquia no lugar dos antigos e clássicos heróis.

É neste momento que Poe Daemeron junto da General Leia protagonizam um dos eventos mais emocionantes, onde se há a clara mensagem de que deve-se tomar cuidado com a arrogância e escutar os mais experientes.

Carry Fischer faz uma interpretação emocionante, principalmente naquilo que envolve a relação de Léia com a Força.

Já a relação de Luke Skywalker e Rey é recheada de cenas de humor seguidas pelos dramas que envolvem cada um dos dois. A forma com que Luke debocha de determinados símbolos faz com que os fãs sejam surpreendidos com um humor inesperado.

A breve relação de Luke e Rey, arremete o pouco tempo que este teve com Obi-Wan Kenobi, principalmente quando colocamos em xeque a forma com que Rey torna-se tão poderosa em tão pouco tempo.

Personagens como Finn, Chewbacca, Hux e Phasma deixam muito a desejar quanto a participação individual de cada um no decorrer da história, presentes como se fossem apenas para criar volume em determinados momentos do filme.

Umas das situações mais aguardadas pelos fãs, a relação entre Kylo Ren e o Supremo Líder Snoke também fracassa quanto às respostas que todos nós gostaríamos de obter. Snoke é realmente um ser bastante poderoso e imponente e acredito que haverá muito mais coisas sobre ele ainda a ser contada, principalmente em livros.

Star Wars: Os Últimos Jedi

Como eu havia dito, Star Wars: Os Últimos Jedi, sustenta-se principalmente em cenas literalmente épicas, me arrisco a dizer o filme mais belo nesse aspecto. Seja nas batalhas de sabres, na utilização do motor de hyperdrive como arma de ataque, nos animais em CGI e principalmente na demonstração de poder dos irmãos Luke e Leia, algo realmente nunca visto até então em Star Wars.

Simplesmente sensacional, digno de lágrimas!

Apesar dos problemas quanto ao roteiro, Star Wars: Os Últimos Jedi ainda sim é um dos melhores filmes lançados em 2017. Difícil alguém não se arrepiar ao assisti-lo!

Sobre o Autor

Sandro Pessoa

Metalhead, guitarrista, colecionador de livros e hq's, fundador do site MonsterBrain e Lorde Sith nas horas vagas.